PORTE DE ARMAS
Deputados consultam o TSE sobre proibição do porte de armas no dia da eleição
Deputados de oposição ao governo do presidente Jair Bolsonaro (PL) apresentaram, nesta semana, uma consulta ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre a possibilidade de a Corte proibir o porte de armas em todo o território nacional no dia das eleições
O documento foi entregue em mãos ao vice-presidente do TSE, Alexandre de Moraes, num ato dos partidos coligados nacionalmente à candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à presidência.
Os parlamentares pedem que somente as forças de segurança pública sejam autorizadas a circular livremente portando armas nos dias em que serão realizadas as votações de primeiro e segundo turnos das eleições.
A consulta cita o assassinato do militante petista Marcelo de Arruda, em Foz do Iguaçu, como exemplo "da face macabra do ódio e da intolerância" que tem se espalhado dos meios digitais para a vida real.
"Não se pode admitir que no atual estágio da democracia em nosso País, possa haver qualquer receio de candidatos ou eleitores, especialmente no dia das eleições, acerca da livre manifestação de opiniões e posições democráticas, sob pena de subversão da ordem democrática, em benefício de criminosos de ocasião e em detrimento da liberdade do sufrágio e do voto", diz o documento.
Segundo os parlamentares que estiveram na reunião com Moraes, o ministro teria dito que as respostas a todas as demandas seriam "precisas, eficientes e rápidas".
O magistrado ainda teria sinalizado positivamente a uma proposta da oposição de que o TSE dê início a uma campanha nacional em defesa da paz nas eleições.
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