ASSÉDIO ELEITORAL
Aumenta o número de denúncias de assédio eleitoral
Qualquer trabalhador que se sentir pressionado por gestores pode formalizar uma denúncia anônima no Ministério Público do Trabalho
Depois do primeiro turno, que aconteceu no dia 2 de outubro, houve um salto no número de queixas de assédio eleitoral.
Já são mais de 170 denúncias em todo o Brasil.
A maioria na região Sul do País.
O Sudeste aparece em segundo lugar.
São consideradas situações de assédio eleitoral:
- Humilhações ou constrangimentos por divergências políticas no ambiente de trabalho
- Gestores que obrigam funcionários a votar em determinado político sob ameaça de demissão ou que estimulem o voto em determinado candidato em troca de benefícios
- E os pedidos para que os trabalhadores se manifestem a favor de políticos em redes sociais
O Ministério Público do Trabalho disse que intensificou a campanha de combate ao assédio eleitoral nas redes sociais e que criou um gabinete de crise para acompanhar todas as queixas.
Quando a denúncia é considerada crime, o caso é encaminhado à Justiça Eleitoral, que também passa a investigar a reclamação.
A recomendação de advogados é para que as vítimas juntem e guardem provas.



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