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11 outubro 2022

PREOCUPAÇÃO



ERRADICAÇÃO DE DOENÇAS

Entenda porque a pólio voltou a preocupar autoridades sanitárias

Considerado uma das políticas públicas em saúde mais bem-sucedidas do país, o Programa Nacional de Imunizações (PNI), em seus quase 50 anos, foi marcado pela erradicação de doenças como a Poliomielite, Rubéola, o Tétano materno e neonatal e a Varíola 


Ao longo dos últimos anos, entretanto, algumas doenças voltaram a assustar o país em meio a baixas taxas de vacinação.

A poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, é uma das que mais preocupam as autoridades sanitárias.

Trata-se de uma doença contagiosa aguda, causada por um vírus que vive no intestino, o poliovírus, que pode infectar crianças e adultos por meio do contato direto com fezes e secreções eliminadas pela boca de pacientes.

Nos casos graves, em que acontecem as paralisias musculares, os membros inferiores são os mais atingidos.

Diante das taxas de cobertura vacinal em queda, o Ministério da Saúde realizou, entre 8 de agosto e 30 de setembro, a Campanha Nacional de Vacinação contra a poliomielite.

A campanha chegou a ser prorrogada por causa da baixa adesão.

A meta é vacinar 95% de um universo de 14,3 milhões de crianças menores de 5 anos no Brasil.

Atualmente, a taxa de cobertura vacinal contra a pólio está em torno de 60%.



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