ELEIÇÕES 2022
Durante toda a campanha eleitoral, foi observado os prefeitos declarando apoio aos candidatos a governador, presidente, ao Senado e, naturalmente, aos candidatos a deputado
O detalhe é que agora, passado o processo, fechadas as urnas e contabilizados os votos, os gestores municipais querem assumir a paternidade de algo que não lhes pertence
O voto de governador, de senador e o de presidente da República, contabilizados em cada município, não pode ser colocado como crédito na conta dos prefeitos.
Pois, são eleições majoritárias.
Essa prova, você pode buscar, analisando os números do seu município na eleição para deputado federal e deputado estadual.
Observando e analisando, quanto o deputado estadual apoiado pelo prefeito teve de voto naquele município, assim quanto, o candidato a deputado federal.
A eleição majoritária, claro, tem menos candidatos e, naturalmente, o eleitor fica entre um, entre outro, no máximo, em três opções.
E aí, invariavelmente, tem o chamado "voto espontâneo".
Na eleição proporcional, a situação é completamente diferente.
São muitas as opções, e lógico, que a influência do prefeito poderá trazer o voto para determinado candidato.
O que tem que se observar agora, portanto, é:
O resultado das urnas no Rio Grande do Norte, trouxe uma configuração bem diferente do esperado, e mostrou que alguns líderes políticos estaduais não têm tanta influência nos municípios que eles acreditavam.



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