INVASÕES EM BRASÍLIA
Invasões às sedes dos Três Poderes em Brasília repercutem no exterior
Veículos de imprensa e lideranças internacionais repercutem as invasões que aconteceram neste domingo (08/01) ao Congresso Nacional à sede dos Três poderes , em Brasília, por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro
"Toda minha solidariedade a @LulaOficial e ao povo do Brasil. O fascismo decide dar um golpe", escreveu o presidente da Colômbia Petro, em seu perfil no Twitter.
"As direitas não têm conseguido manter o pacto de não-violência. É hora urgente da reunião da Organização dos Estados Americanos (OEA) se ela quiser continuar vivendo como instituição e aplicar a carta democrática", continuou.
Na sequência, Petro escreve: "Propusemos fortalecer o sistema interamericano de direitos humanos aplicando as normas vigentes e ampliando a carta aos direitos da mulher, ambientais e coletivos, mas a resposta são golpes parlamentares ou golpes violentos da extrema direito".
O site do jornal argentino Clarin chama as invasões de "manifestação violenta" e conta que os protestos pedem "uma intervenção militar para derrubar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, uma semana depois de sua posse".
Com vídeos, o portal britânico The Mirror destaca em reportagem que "centenas de pessoas vestindo camisetas verde e amarela invadiram o prédio do governo após meses de mal-estar que sucederam as eleições de outubro.
A também britânica BBC, destacava na tarde deste domingo, as invasões da capital brasileira na manchete de seu site e classificou as cenas de "dramáticas".
"Apoiadores de Bolsonaro - que se recusam a aceitar que ele perdeu as eleições - romperam barreiras e entraram no prédio em Brasília", conta a reportagem da rede britânica.
O serviço de notícias Reuters lembra, em reportagem, que "a invasão dos prédios dos Três poderes ocorre dois anos e dois dias depois que os apoiadores do então presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, atacaram e invadiram o Capitólio de Washington, sede do Congresso norte-americano, em uma tentativa de impedir a certificação da vitória eleitoral de Joe Biden em 2020".
Com informações da CNN



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