ASSÉDIO MORAL
Casos de assédio moral aumentam no Brasil
De acordo com o Tribunal Superior do Trabalho (TST), em 2022 foram ajuizadas mais de 77 mil ações trabalhistas relacionadas ao assédio moral
E tudo indica que esse número será bem maior ao final de 2023.
Somente nos primeiros três meses deste ano, o setor do Sindicato Intermunicipal dos Empregados em Instituições Beneficentes, Religiosas e Filantrópicas, em Minas Gerais recebeu 10 denúncias de assédio moral, vez que, no ano passado inteiro foram cinco denúncias.
A se manter essa média, será um crescimento de 800% e a tendência de alta atinge todo o Brasil.
Os números assustam.
Será que as práticas estão mais abusivas?
Ou os empregados estão mais conscientes de seus direitos?
O que é assédio moral?
É a exposição de pessoas a situações humilhantes e constrangedoras no ambiente de trabalho, de forma repetitiva e prolongada, no exercício de suas atividades.
A conduta traz danos à dignidade e à integridade do indivíduo, colocando a saúde em risco e prejudicando o ambiente de trabalho.
O objetivo do assédio moral é desestabilizar alguém emocional e profissionalmente.
Isso pode ocorrer por meio de ações diretas como: acusações, insultos, gritos, humilhações públicas.
E também por meios indiretos, como por exemplo: propagação de boatos, isolamento, recusa na comunicação, fofocas e exclusão social.
Consequências
O assédio moral traz consequências psíquicas, físicas, sociais e profissionais para o assediado e prejudica o ambiente de trabalho.
Uma das principais coisas que a vítima deve fazer é reunir provas, anotar com detalhes todas as situações sofridas como, data, hora, local e listar nomes dos que testemunharam os fatos.
E por fim, avaliar a possibilidade de ingressar com ação judicial de reparação de danos morais.


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