AMPLIAÇÃO DE DADOS
Cadastro Eleitoral permite informar identidade de gênero, raça ou cor e etnia
Eleitoras e eleitores já podem informar, além dos dados pessoais, outros dados como identidade de gênero (cisgênero ou transgênero), raça, cor e etnia - como quilombolas e indígena
É que a Justiça Eleitoral ampliou as informações que identificam cada brasileira e cada brasileiro no Cadastro Eleitoral.
Outra novidade é que a pessoa poderá informar se é interprete de libras para poder auxiliar pessoas com deficiência auditiva no dia da eleição.
Desde 2018 que a pessoa transgênero já pode incluir o nome social no Cadastro.
Em comparação com as eleições de 2020, o número de pessoas que fizeram essa alteração praticamente triplicou.
Foram 10.450 naquele ano, e 37.646 agora em 2022.
PASSO A PASSO
O Cadastro Eleitoral foi reaberto no último dia 8 de novembro para quem vai tirar o título pela primeira vez ou pedir alterações no documento, como, alterar local de votação e incluir a necessidade de atendimento especial, tudo pela internet.
O atendimento é realizado nas modalidades virtual e presencial nos cartórios eleitorais de todo o país.
No campo identidade de gênero, é possível escolher entre cisgênero, transgênero ou preferir não informar.
A pessoa cisgênero é aquela que se apresenta ao mundo e se identifica com o seu gênero de nascimento.
Já a transgênero é a que se identifica com gênero diferente do seu gênero de nascimento.
Engloba tanto as travestis quanto as pessoas transexuais.
No campo sobre raça ou cor, a eleitora ou o eleitor pode se identificar como branco, preto, pardo, amarelo ou indígena.
Caso seja indígena, pode registrar o povo ou grupo ao qual pertence, bem como a língua falada.
Foram incluídos, ainda, os quilombolas, que poderão relatar sua comunidade e língua.



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