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03 novembro 2026

FIM dos crimes contra jornalistas



NOVAS TECNOLOGIAS

ONU ressalta importância de proteger jornalistas e acesso à informação

"Em todo o mundo, jornalistas continuam pagando um preço exorbitante por dizerem a verdade"



O alerta foi feito nesta segunda-feira 2/11 pelo secretário-geral das Nações Unidas, Antônio Guterres, ao marcar o Dia Internacional do Fim da Impunidade dos Crimes contra Jornalistas.

A data foi criada em homenagem aos franceses Ghislaine Dupont e Claude Verlon, da Rádio França Internacional - RFI, que foram assassinados em 2 de novembro de 2013, no Mali.

Em 2026, a ONU quer mostrar como as novas tecnologias e armamentos estão transformando os riscos enfrentados por jornalistas, especialmente em zonas de conflito.

Muitas das mortes nessas regiões de guerra, ocorreram a ataques com drones, por exemplo.

Segundo as Nações Unidas, em 2024 e 2025, 189 jornalistas foram assassinados em todo o mundo, o maior número registrado desde o biênio 2014/2015.

A maior parte das mortes foi em zonas de conflito.

A presidente da Federação Nacional dos Jornalistas - Fenaj, Samira de Castro, afirma que é preciso exigir dos governos que investiguem e processem os responsáveis por crimes contra jornalistas e que o assassinato de qualquer jornalista é inaceitável.

"A campanha da Federação Internacional de Jornalistas - FIJ este ano pergunta: Quem ordenou o assassinato? Quem planejou? Quem é o responsável final? Essas são perguntas que não podem ficar sem resposta", disse.

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